Participação Britânica nas Mesas

Onde estarão os autores Britânicos:

(Todos os ingressos já estão esgotados, mas nosso time irá cobrir, para você, os principais acontecimentos)

Will Self e Jim Dodge
Local: Tenda dos Autores – Mesa 5; Tema: Sobre Macacos e Patos; Hora: 17 horas
Dois talentos literários excêntricos e irreverentes falam do processo criativo na literatura. Até que ponto pode ser ensinado? O autor cult Jim Dodge, diretor do Programa de Escrita Criativa da Humboldt State University, na Califórnia, tem o dever de responder que sim. No entanto, os exercícios de sala de aula dificilmente produziriam outra pata obesa e incapaz de voar, como a protagonista de sua inequecível novela Fup. Uma oficina literária tampouco ensinaria a criar as aberrações, mutantes e visionários grotescos que povoam a ficção de Will Self. Mas então, o que alimenta a criatividade dos escritores?  Kiran Desai e José Eduardo Agualusa
Local: Tenda dos Autores – Mesa 5; Tema: Tão Longe, Tão Perto; Hora: 19 horas

Um dos principais escritores contemporâneos da língua portuguesa, o angolano José Eduardo Agualusa substituirá o britânico William Boyd na V FLIP, que acontece de 4 a 8 de julho, em Parati. Agora quem estará ao lado de Kiran Desai, hindu radicada nos EUA, em uma mesa sobre a relação entre ficção e vida itinerante, é o angolano José Eduardo Agualusa. A mesa acontece no dia 5 de julho, às 19 horas.
William Boyd, que debateria com Kiran Desai, cancelou sua participação por razões pessoais.  

Ahdaf Soueif e Ana Maria Gonçalves
Local: Tenda dos Autores – Mesa 7; Tema: Tão Longe, Tão Perto; Hora: 11:45 horas 
Suas histórias abarcam gerações. Seus personagens atravessam continentes e culturas. Da África Ocidental ao Brasil, do Norte da África à Inglaterra, homens e mulheres que nadam contra o fluxo incessante da história — e o testemunham. Ana Maria Gonçalves, autora de Um defeito de cor, a primeira saga brasileira narrada da perspectiva de uma escrava, conversa com Ahdaf Soueif, cujos romances — como O mapa do amor — traçam o impacto emocional de andar pela corda bamba que separa o Oriente do Ocidente.

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